Redescubra um motivo, uma explicação, um sentido, um desgosto, uma nova certeza, um medo, uma insegurança, uma real ponte, aquilo.
Capriche em seus olhos, com sentimento, impressione-se, uma só vez,
é o que basta.
é o que basta.
Vamos aos pés do menino, procurar boa parte das suas loucuras, inseguranças, agora. Só suas, únicas, onde ninguém mais pode ou faz, ou é visto, enxergado, tenha certezas de pra onde ir, com quem, com quem pouco importa, vá, pra onde for, abrace uma vida outra vez, a tua, antes de tudo, e não se entregue, isso, jamais.
Quieto, escuto-me gritar. Gritar de felicidade, de novidade, de uma velho-nova novidade, abasteça-se de forças, desafie-se.
Meu, nossos. Teu, teus.
Meu, nossos. Teu, teus.
Isso é o que pensam e passam, mas nem sempre é assim, já assustou, em outros tempos. Com exceção dos sorrisos, que esses, ninguém tira, ninguém põe, ninguém inventa.
Favor não sentir-se importante demais, nem de menos, deixando claro isso. O teu lugar é teu, só teu e demais ninguém. “Venha comigo, depois te explico”. E não que seja uma espécie de necessidade, por que não, não é. Há um entendimento, consentimento, ainda não existente, mas sentido, é natural, orgânico, formador, transformador, e nada apelativo. Explica-se por si só, a quem, realmente, necessita entender, acredite.
Venha pra casa.
“VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA.”
Venha pra casa.
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